segunda-feira, 25 de abril de 2011

OFICINA DE ESCRITA




Era uma vez um reino chamado Perpignan, cujo rei era Heliot que tinha dois filhos chamados Pierre e William Galvão. Pierre era dos dois irmãos o mais velho e desejava o trono de Perpignan, mas o rei Heliot, sabendo desta ganância, destinou que iria dividir o seu reino em dois.
Pierre sabendo do plano que o seu pai queria executar, matou-o como forma de revolta, mas o plano de Heliot já tinha sido executado, dividindo-se o reino de Perpignan nos reinos de Morvan e de Ardenes.
William, o filho mais novo do rei, ficou com o reino de Ardenes e Pierre com o reino de Morvan. Pierre, extremamente revoltado, começou a destruir tudo o que os seus antepassados haviam construído, saqueando o povo e matando os rebeldes que a ele se opunham.
William, sabendo o que se passava, decidiu partir com o seu exército em direcção a Morvan. Pierre, consciente da possível chegada do seu irmão, ordenou ao seu exército que fizesse frente a William.
Enquanto o exército de Pierre se preparava para a batalha, William falava com os habitantes de forma a saber o que Pierre havia feito; após ouvir muitos testemunhos, William percebeu que o seu irmão era cruel, malévolo, aterrorizador e muito vingativo.
A cerca de cinco quilómetros de Mortete (capital de Morvan), os dois exércitos, finalmente, encontraram-se, preparando-se para algo histórico. Entraram em confronto para guerrear até à morte. Após a batalha, Pierre, perdendo todo o seu poder, foge para o seu castelo seguido de William. Já dentro do castelo, na sala do trono, William desembainha a sua espada e entra em confronto com o seu irmão. Pierre, mostrando-se muito forte e duro, ainda resistiu, mas, por fim, William venceu-o, cravando-lhe a sua espada no coração. Com esta vitória, William seguiu em cortejo até Ardenes. Já em Nosterno (capital de Ardenes), William, feliz e bastante aplaudido, celebrou a sua vitória com um grande banquete.

João Santos e Inês Viegas

terça-feira, 12 de abril de 2011

OFICINA DE ESCRITA


VITÓRIA


A história começa na vila longínqua de Alma Calma, uma vila onde a paz reinava, as crianças sorriam e muito alegres se divertiam, as mulheres eram felizes, os homens eram bondosos e os idosos sentiam-se jovens. Era uma vila perfeita, até ao dia em que MarkJack tentou destruir essa felicidade. MarkJack era o maior, o pior, o mais vingativo, o mais maléfico e aterrorizador homem de todos os tempos …

… E com um vilão, vem o nosso herói … RickyMay!

RickyMay, o herói que salvou Alma Calma e que impediu o vilão de tirar a paz e o descanso à vila. Este herói, que derrotou o pior vilão de sempre, era um herói robusto, corajoso, afável e determinado.

O maior objectivo de RickyMay era derrotar o vilão e converter as ideias de vilania da cabeça de MarkJack em ideias úteis. Foi com este objectivo nobre que a determinação do herói aumentou e o objectivo cruel do vilão foi vencido …

… E a acção começa!

MarkJack espalhava a sua vilania em todos os lugares por onde passava. Nesta jornada de maldade, MarkJack deparou-se com a vila de Alma Calma, cheia de vida e de felicidade. Ele não suportou ver tal cena e começou a sua conspiração para destruir a vida daquele local.

Quando RickyMay andava a rondar a vila de Alma Calma deparou-se com o seu velho e maior inimigo, MarkJack. Nesse encontro, trocaram palavras austeras e provocadoras:

- MarkJack, a provocar-me de novo! – exclamou RickyMay.

- Já devias saber que procuro sempre sarilhos! – informou MakJack.

- Sim, já sei que gostas de sarilhos, mas eu estou aqui para os resolver. – disse RickyMay com determinação.

O confronto prosseguiu por todas as vilas da região e, cada vez que se enfrentavam, o objectivo do nosso herói prevalecia, porque o vilão ia perdendo as suas ideias maquiavélicas. Após uma longa jornada de confrontos e crime, regressaram a Alma Calma, onde a última batalha decorreria e os pensamentos maquiavélicos desapareceriam da mente do vilão.

MarkJack voltou a tentar provocar o caos e a destruição, mas, de imediato, RickyMay impediu-o e, finalmente, alcançou a vitória. Após ter declarado a vitória à população, todos festejaram o grande feito. Para celebrar as pessoas organizaram uma festa, para a qual convidaram o ex-vilão, o herói e toda a gente. Nessa festa o herói gritou:

- Assim chegámos à vitória e, no que depender de mim, mais nenhum vilão se atravessará no caminho da felicidade!


Carolina Martins, Andreia Candeias e Miguel Carvalho

segunda-feira, 11 de abril de 2011

OFICINA DE ESCRITA



DESPREZO

Aconteceu uma vez que estava eu a sair da escola e não tinha trazido a chave de casa. Estava com uma fome imensa e decidi ir ao café comer uma bifana. Inesperadamente, encontrei o meu pai com outra mulher e pensei dizer à minha mãe, mas ela estava em Lisboa, não sabia o que fazer… Sentei-me a comer a bifana até que me chegaram as lágrimas aos olhos. Sem mais nem menos, uma rapariga sentou-se ao meu lado e perguntou-me o que se passava. Respondi:

- Problemas pessoais. O que é que tens a ver com isso?

Eu queria estar sozinho, a última coisa que pretendia era falar com alguém. Olhei-a nos olhos, levantei-me e fui-me embora sem dizer uma única palavra. A meio do caminho, pensei que havia cometido um erro. Poderia ter desabafado com ela, mas também não a conhecia de nenhum lado. Sentei-me à porta de casa e lembrei-me que as chaves estavam debaixo do tapete. Tirei-as, abri a porta e lá estava o meu pai deitado no sofá. Disse-lhe:

- Vi-te com outra mulher e acho que estás a ser infiel para a mãe.

Claro que ele disse que isso era falso, que não era nada sério. Disse-lhe que podíamos chegar a um acordo. Se ele começasse a tratar-me melhor, a dar-me mais atenção e deixasse de se encontrar com a outra mulher, eu não diria nada à mãe. Acabou por ceder.

De repente, ouvimos o toque da campainha. Era a minha mãe, fui logo a correr dar-lhe um abraço. Nesse dia, jantámos pizza e divertimo-nos muito.


Luís Ramalhosa e João Mataloto

domingo, 10 de abril de 2011

OFICINA DE ESCRITA


Mais um conto da nossa Oficina de Escrita


O QUÍMICO


Há muito tempo, quando tinha 7 anos, fui passar as férias do Verão a Paris, onde o meu pai trabalhava, pois em Coimbra era tudo muito monótono. Enquanto estava a fazer as malas, pensava nas saudades que iria ter de todos os meus amigos e, certamente, da minha casa em Coimbra, de que agora estava farta. Acompanhada pela minha mãe, segui para Paris.

O meu pai tinha um inimigo a que deram o nome de Doffensmirtz (o pequeno Smartie), mas ele ocultou-nos essa informação, pois corríamos perigo de vida e não nos queria preocupar. O meu pai era um grande cientista que, por ventura, inventou um químico que modificava as forças do ser humano e o Pequeno Smartie queria possuir esse químico.

Quando cheguei a Paris estava bastante satisfeita, pois não fazia a mínima ideia do que se estava a passar, pensava que iriam ser as melhores férias da minha vida, mas não foi o que aconteceu. Fiquei curiosa em relação ao trabalho do meu pai e então pedi-lhe para o acompanhar. Ele cedeu ao meu pedido e dirigimo-nos ao local de trabalho do meu pai, o laboratório. Foi nesse dia que aconteceu uma tragédia, estava no local errado, à hora errada, quando apareceu o Doffensmirtz, mais conhecido por Pequeno Smartie, só aí percebi a gravidade do problema. O Doffensmirtz queria o químico modificador de forças do meu pai:

- Há algum tempo que eu não te via, Pequeno Smartie, desde a feira de Ciências do 8º ano!

- Já te tinha dito que odeio essa alcunha! - indignou-se o Pequeno Smartie –Bem, mas não foi para isso que eu vim aqui, quero esse químico para ser o homem mais poderoso e dominador do mundo.

O Pequeno Smartie amarrou-me a mim e ao meu pai:

- Tens noção que vais voltar a falhar como sempre falhaste estes anos todos, não tens?

- Não, desta vez, ando a planear isso há demasiado tempo para não resultar, e para isso acontecer criei o “Cébrinator” que rouba todas as receitas dos químicos, inclusive o que eu quero.

O Pequenos Smartie colocou o “Cébrinator” na cabeça do meu pai, fiquei verdadeiramente assustada, pois não sabia as consequências daquela máquina. Exerceu a sua ideia e pô-la a funcionar, embora não por muito tempo, pois ela apagou-se por causa das pilhas. Entretanto, pensei no plano perfeito para o parar, inventei que também era cientista e que conseguia reformular o químico. Como idiota que era, acreditou e desamarrou-se. Num copo, misturei água com terra e dei-lhe o “químico”. Acreditou que era o verdadeiro e bebeu-o:

- Que sabor horrível, mas é por uma boa causa...

Sentiu-se imediatamente mal e com a sua distracção e indisposição destruí o “Cébrinator”, desamarrei o meu pai e prendi o Doffensmirtz, enquanto o meu pai chamava a polícia. Depressa chegaram e voltámos a casa.

Acabou o Verão, foi tão rápido que nem dei por ele passar! Voltámos a Coimbra e à rotina monótona. Foram sem dúvida as minhas melhores férias de Verão.

Débora Gomes e Raquel Copeto

OFICINA DE ESCRITA

Durante a sessão de oficina de escrita, na aula de Língua Portuguesa, criámos contos. Depois dos grupos estarem definidos, passámos à fase da planificação e, posteriormente, à textualização das nossas ideias. Foram aulas muito produtivas, pois treinámos a expressão escrita e demos asas à nossa imaginação e criatividade. Tratando-se de uma actividade desenvolvida em grupo, permitiu-nos trocar ideias, cooperar e aprender uns com os outros.

A VERDADEIRA HISTÓRIA DE NEMO

Nas férias da Pascoa, a família Stuart tinha partido para Sidney para desanuviar de Paris. Hospedaram-se num hotel de cinco estrelas com vistas para o oceano que, por sua vez, era belo com o seu brilho e claridade. Nas profundezas desse oceano, vivia uma família de peixes-palhaço que acasalou e teve um peixinho muito, muito engraçado, chamado Nemo. Era um peixe corajoso, mas distraído, alegre, destemido e, sobretudo, demasiado curioso.

Um dia, a família Stuart foi dar um passeio de barco, dirigindo-se para uma ilha ali perto. Nesse preciso momento, Nemo olhou para cima e reparou que a água estava muito mexida e sentiu curiosidade de ir ver o que se que se passava. Quando meteu a cabeça fora de água, viu um barco a afastar-se e pensou: “ Ai, apetece-me tanto ir atrás do barco, contudo o meu pai não me deixa, mas eu quero, ahh, não sei bem, não…” No meio de tantas incertezas, decidiu ir. A família, quando olhou para Nemo, achou muita graça e decidiu levá-lo.

Tinham acabado as férias da Páscoa e, de regresso a Paris, Nemo já se tinha adaptado à sua nova família, nomeadamente às maldades de Pantufas, o gato da casa. O gato era sábio e atento, inteligente, malévolo e invejoso, era muito gordo, branco e de olhos azuis. Nemo perguntava-se porque é que Pantufas não gostava dele, afinal de contas era fofinho! Pantufas tinha como objectivo comer Nemo, pois estava todo o dia esfomeado e ter de ver aquela delícia de peixe todos os dias, dava cabo dele.

Numa noite de Lua cheia, Pantufas foi ter com os seus amigos Ben e Sabrina, para planear uma estratégia para destruir o seu parceiro de casa, o Nemo! Ora, Nemo ouviu tudo e estava pronto para combater o mal que predominava naquela criatura.

No dia seguinte, Nemo preparou-se para o exterminar, indo à casa da bruxa pedir-lhe poderes especiais. Falaram, falaram, falaram e a bruxa deu-lhe os tais poderes. Enquanto Nemo se preparava, Pantufas estava sentado no sofá a relaxar. Quando Pantufas se aproximou de Nemo, este, de repente, saiu do aquário, mas como? Não dava para acreditar que um peixe tivesse pernas de galinha:

-A hhh,Ahhh!- ria Pantufas, sem parar.

-Pois, o feitiço correu mal!- dizia Nemo.

-Correu mal é pouco, peixe-galinha!! Bem, vamos ao que interessa, nunca irás escapar, muahahahahahh!!- dizia o gato, com um riso malévolo.

Pantufas corria sem destino atrás de Nemo pelas ruas, praças e avenidas de Paris. Nemo e Pantufas estavam muito cansados, mas nunca iam desistir. Passado muito tempo de corrida, entraram no restaurante a atirar panelas, garfos e tudo mais um ao outro, até Pantufas ia levando com uma garrafa no rabo!!

Quando saíram do restaurante mais famoso de Paris, deixaram-no num estado lastimável, ou seja, virado do avesso, mas não queriam saber. Já era pôr-do-sol, quando chegaram a um beco sem saída, estavam entre a espada e a parede:

-Já não tens por onde sair, estás acabado!- disse Pantufas.

-Ahh, só com uma patada ficas no chão sem te conseguires levantar! Não queiras isso! Rende-te!!- respondeu Nemo.

-Nunca!!

Após uma grande e violente luta, Nemo saiu vitorioso, regressando a casa e pensando que Pantufas estivesse morto. Mas estaria mesmo? Não sabemos, quem sabe se ele volta a atacar… Continua…


Teresa Costa e Leonor Ferreira

quinta-feira, 7 de abril de 2011

DIREITOS HUMANOS


O DIREITO À EDUCAÇÃO


Segundo o artigo 26º dos Direitos Humanos, todos os cidadãos têm o direito à educação. Apesar disso, em muito países, há crianças que não frequentam a escola, o que é muito mau não só para as mesmas, como para a sociedade, pois sem qualificações não há empregos e sem empregos não há estabilidade a nível pessoal e económico. Quem não estuda não tem as mesmas oportunidades na sociedade. O acesso ao ensino público é um direito de todos. Nem todas as crianças têm acesso ao ensino privado, pelo facto de alguns pais não terem possibilidades de o pagar, mas é exigida e obrigatória a frequência no ensino público, que é gratuito. Felizmente, em Portugal, o ensino já é obrigatório até ao 12º ano e todos nós temos o direito de o frequentar igualmente, independentemente da nossa classe económica ou social. Só é de lamentar que alguns alunos não tirem partido desse direito, não se esforçando nas actividades escolares, pois não existem só direitos, também há deveres que temos que cumprir. A educação contribui para a formação da personalidade humana e deve veicular valores como a amizade, a solidariedade e o respeito entre todas as nações. A educação também deve transmitir o respeito e a tolerância por diferentes religiões, deve veicular valores como o a liberdade, a paz e a fraternidade. A educação é um direito fundamental, pois contribui para a realização e formação integral do indivíduo e, consequentemente, para o bem da sociedade.


Reflexão desenvolvida na aula de Formação Cívica, pelas alunas Débora Gomes e Andreia Candeias

quarta-feira, 6 de abril de 2011

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA


Nas aulas de Formação Cívica, reflectimos sobre os DIREITOS DA CRIANÇA. Aqui fica uma pequena reflexão desenvolvida pela Carolina Martins e João Fernandes.


A actual Declaração dos Direitos da Criança foi adoptada pela Assembleia das Nações Unidas, em 20 de Novembro de 1959. A Declaração dos direitos da Criança tem dez princípios fundamentais. Todos os princípios devem ser estritamente cumpridos para que o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social da criança seja adequado. A Declaração dos Direitos da Criança é importante para que a sociedade e as instituições sociais compreendam a importância de ser criança e garantam às crianças os direitos fundamentais e indispensáveis à sobrevivência, à educação e à formação da personalidade. Esta declaração é bastante importante, pois uma criança é uma pessoa frágil e desprotegida que precisa de atenção, compreensão e carinho da parte adulta. Os efeitos desta declaração vão ser revelados na nossa sociedade, porque “As crianças de hoje são o futuro do amanhã”!