segunda-feira, 21 de março de 2011

Um postal para John Boyne, autor de O rapaz do pijama às riscas


UM POSTAL VALE MIL IDEIAS

Caro Sr. Boyne,

Escreveu um livro que me mostrou outra face do passado. Um livro que me falou de um terrível regime como o Nazismo. Mostrou-me como a ignorância é um estado que nos cega da verdade que acontece à nossa volta, podendo fazer-nos sofrer e, sem dar conta, fazer com que padeçamos…

Do leitor,
Pedro Latas

domingo, 20 de março de 2011

OUTRO POSTAL PARA SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN


UM POSTAL VALE MIL IDEIAS


Cara Sophia de Mello Breyner Andresen,

Gostei muito do livro O Cavaleiro da Dinamarca, pois criou-o com criatividade, originalidade e dedicação.
Gostaria de ter vivido o momento em que o Cavaleiro chegou a Veneza e à Terra Santa.
Este livro mostrou-me como devo seguir em frente, continuar sem desistir, até alcançar os meus alvos e objectivos.
Dedico-me à leitura dos seus livros, sinto as palavras e as imagens que os embelezam…
Anseio pelo próximo livro e sonho como será… sonhando com as emoções que virão… Até lá, guardo O Cavaleiro da Dinamarca no meu coração... Os locais por onde o Cavaleiro passou, como conseguiu ultrapassar as dificuldades e como conseguiu cumprir a sua promessa.

Obrigada pelos momentos que me proporcionou.
Daniela

Texto e ilustração de Daniela Alvarinho

UM POSTAL PARA SOPHIA DE MELLO BREYNER


UM POSTAL VALE MIL IDEIAS

Cara Senhora,

Gostei de ler O Cavaleiro da Dinamarca porque, à medida que a historia avança, nós, leitores, vamos conhecendo sítios novos e, apesar de não aparecerem fotografias a mostrá-los, através das suas descrições, idealizamos os locais. Também gostei das histórias contadas pelos amigos do Cavaleiro, gostei principalmente da história de Vanina e Guidobaldo.
Da leitora,
Ana Almeida

Texto e ilustração de Ana Almeida

sábado, 19 de março de 2011

UM POSTAL VALE MIL IDEIAS: UM POSTAL PARA LUÍS SEPÚLVEDA


O Plano Nacional de Leitura lançou-nos o desafio de criarmos um postal ilustrado dirigido ao autor ou ilustrador de um livro ou a uma das suas personagens. Aceitámos o desafio, escolhendo um livro que tivéssemos lido e, a propósito deste, escrevemos um pequeno texto adequado a um postal. Neste postal, cada aluno referiu aspectos que lhes despertaram interesse no livro ou colocou questões ao destinatário escolhido, mostrando que as poucas palavras do pequeno texto de um postal podem conter mil ideias, que são interpretadas e representadas através de elementos da comunicação visual. Este trabalho foi desenvolvido nas disciplinas de Língua Portuguesa e Educação Visual.
O texto e a imagem que apresentamos são da autoria da Leonor Ferreira, do 7ºE, claro.

Caríssimo Sr. Luís Sepúlveda,

É com muito gosto que lhe escrevo estas escassas linhas sobre um livro tão belo e fascinante como A História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar.
Nesta história, tão simples mas cheia de significado, apercebemo-nos de que conseguimos atingir os nossos objectivos, por mais inalcançáveis que nos possam parecer, basta para isso que nos empenhemos e esforcemos como Ditosa, a gaivota. Contudo, sozinha estaria condenada ao fracasso, precisou dos gatos do porto para vencer! O que seria da gaivota sem esta preciosa ajuda? O poder da amizade e da união é imenso, não tem limites!
Uma história de amizade entre uma gaivota e um gato, à partida, pareceria impossível, mas é a amizade entre seres tão diferentes que torna esta narrativa especial. Devemos aproveitar o que há de diferente em cada um de nós para chegarmos mais longe…
Com Zorbas aprendemos a cumprir uma promessa, a sermos leais connosco e com o próximo. Confiando em nós e nos outros, o nosso “voo” será mais alto, tão alto como o voo de uma gaivota que aprendeu a voar com um gato…

Obrigada pela lição de vida que me proporcionou.

Leonor Ferreira

terça-feira, 15 de março de 2011

OS DIREITOS DA CRIANÇA


Nas aulas de Formação Cívica, reflectimos sobre os Direitos da Criança. A Leonor e a Teresa partilham connosco as suas ideias e conclusões.

Todas as crianças têm os mesmos direitos, devendo ser respeitadas sem distinção ou discriminação de raça, cor, sexo, língua, religião... Por isso, na Declaração dos Direitos das Crianças, adoptada pela Assembleia das Nações Unidas, estão estabelecidos dez princípios importantes, no entanto, muitas pessoas contrariam esses princípios, deixando muitas crianças tristes e solitárias, desamparadas e sem dignidade. Algumas vezes, os próprios pais abandonam-nas, ficando sem abrigo e morrendo à fome, porque muitos dos cidadãos do Mundo não aceitam crianças com defeitos. Por exemplo, muitas vezes, as crianças são gozadas e maltratadas por colegas e até mesmo por adultos, por serem diferentes, por terem deficiências físicas, por serem de outro sexo, por terem dificuldades na prática de desportos, por terem outra língua ou religião, enfim, por serem diferentes.
Compete-nos contrariar e condenar estas situações, tendo atitudes cívicas e respeitadoras, aceitando e integrando o próximo com as suas diferenças.

Leonor Ferreira e Teresa Costa

quinta-feira, 10 de março de 2011

PORQUE LER É FUNDAMENTAL, TODAS AS SEMANAS APRESENTAMOS UM LIVRO




A apresentação de livros é já uma rotina de oralidade. Lendo, adquirimos novas experiências, vivemos outras realidades, imaginamos tempos e locais, sentimos emoções, enquanto enriquecemos o nosso conhecimento do mundo e alargamos o vocabulário. Com as apresentações de livros à turma, também aprendemos a comunicar em público, aos poucos ganhamos maior confiança em nós próprios e desenvolvemos as nossas competências orais.
As duas últimas apresentações foram da Carolina Martins e da Débora Gomes. A Carolina apresentou-nos a colecção As Gémeas, de Enid Blyton e a Débora partilhou a sua leitura de Tomás e Bianca, de Maria Teresa Maia Gonzalez. Ambas nos proporcionaram enriquecedores e agradáveis momentos em torno da leitura, incentivando-nos a LER.

sexta-feira, 4 de março de 2011

WHO DOES THE HOUSEWORK IN YOUR HOME?


IS YOUR FAMILY LIKE THIS?


Hello! At home almost everybody helps. My mother usually cooks. She also does the cleaning, vacuums the house and washes the backyard. My mother also does the washing up with my father while I and my sister clean the table.
My dad also helps with the money. He controls all our bills. He works with the financial tasks like the rent, gas and water. He also does the construction chores. He paints the walls and hangs the pictures. He constructed a little backyard house to keep our bikes, tools and toys.
My sister is the lazy one. She rarely cleans the table. The only thing she does is clean her room and make the bed. She sometimes cooks the dinner when we’re alone at home. She makes very good pasta with tomato on it. I help her making the salad.
I usually clean my room and make my bed. I would like to do other things like cooking, but my parents say it’s too dangerous so I only make the salad. Thanks God we don’t need a cleaner. They’re too expensive, and if we hired one that means we would have money problems. But fortunately we don’t need one.

PEDRO LATAS